CAPITULO 1 - NUNCA
DESEJE UM ZUMBI
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EU sei que muita gente gostaria de um apocalipse zumbi mais
eu digo nunca deseje isso. Meu nome é Kevin tenho 17 anos e estou no fim do mundo e digo isso não é
nada fascinante.
Se você não sabe direito como é um apocalipse zumbi vou lhe
explicar, se você for mordido você já
era, ao menos que alguém corte a parte mordida antes que a infecção se espalhe.
Você só mata um zumbi estourando os seus miolos ou seja
atingindo ele na cabeça com arma, faca ou seja
o que for só funciona na cabeça.
- Kevin esta na hora de ir já temos muito suprimentos o
grupo esta esperando . - Esse é Piter meu irmão ele tem 19 anos cabelo curto,
olhos castanhos e barba bem aparada, bem parecido com um galã de novela.
-Droga! Está cheio deles vamos ter que dar a volta. -
Estávamos em um pequeno armazém em uma
cidadezinha perto de Nova Iorque coletando suprimento pro meu grupo ou podemos
denominar bando de inúteis que tem medo ate da própria sombra.
Saímos pela saída de emergência, tinha um corredor déssemos
as escadas e no final tinha um portão de grade e com minha grande sorte
TRANCADO!:
- Temos que arrebentar esse cadeado – Disse Piter
- Não podemos fazer barulho se não aquelas coisas vai vim
aqui – o lembrei.
- Deixa comigo. Disse Piter. - Ele pegou o seu facão de 40 cm de cabo
vermelho e PLIM! O cadeado foi destroçado.
- Droga! – Estava cheio de zumbis para todo lado então
corremos para um beco ao lado do armazém empurrando zumbis bem eu quase fui
mordido então eu curto muito essa palavra QUASE , Graças a Deus tinha uma escada no beco e não
pensamos duas vezes para subi-la.
- Manja no Parkour ? – Disse eu.
- Que merda é essa?
- É simples pule de prédio em prédio sem cair e rápido. Vai
, Vai! – Devo dizer não nada empolgante ficar pulando prédios com uma mochila
pesada nas costas pensando que se você caísse viraria almoço de zumbi, descemos
em um beco perto da saída da cidade,
saímos correndo e eu podia jurar que tinha visto um zumbi lambendo seus beiços
horríveis e destroçados.
Pegamos a moto do Professor Nilton uma honda CG 160 titan
preta que deixamos na saída da cidade, ainda tenho consciência pesada sobre
essa moto, era do meu professor de matemática, bem ele deve ter morrido mais eu
peguei a moto mesmo é porque odeio matemática.
- Está escurecendo, vai acelera essa coisa ai! A noite fica bem mais perigoso pois não temos
muito visão da estrada. - Avisei
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- Estamos chegando medrosa, falta menos de um quilometro.
Quando chegamos no acampamento estava quase escurecendo,
ficava no meio de uma floresta de uma densa a uns quinhentos metros da estrada,
Encontramos um chalé bem grande de cor azul de 3 andares e vários quartos, provavelmente de um cara
cheio da grana que curtia umas drogas pois estava muito bem escondido, cercamos
ele com uma cerca de arame farpado, fizemos uma plantação com algumas verduras
para não ter que ficar saindo muito, mais era preciso sair as vezes porque
oitenta por cento do grupo era inútil.
Tinha mais ou menos 30 pessoas no grupo e somente uma mulher bonita comprometida, bem mais acho que
já podia imaginar isso com a sorte que eu tenho eu deveria ter sido o primeiro
a ser mordido mais felizmente estou vivo pra ver mais merda acontecer.
- Conseguiram suprimentos? – Perguntou Diane – A namorada de
Piter, ela é linda tem olhos azuis, cabelos castanhos pegando
ate nos ombros e tinha um belo bronzeado.
- Sim, pegamos bastante deve durar algumas semanas. – Disse
Piter.
A única garota bonita
do acampamento era Diane namorada do meu irmão, eu queria saber o que eu fiz
pra merecer isso tudo, será que foi a moto que peguei do professor Nilton? Ou a
bolachinha que roubei do meu irmão quando eu tinha cinco anos? Juro que queria
saber.
- Estou indo dormir, hoje o dia foi muito cansativo, ate
amanha – Fui direto para chalé eu estava exausto.
O chalé é bem bonito
por dentro, o piso é de madeira lisa, na entrada já damos de cara com a sala
onde tem 2 sofás de couro marrom, uma mesa de centro e uma televisão de 42 polegadas, que
infelizmente não pode ser usada por não termos energia elétrica, no canto
esquerdo fica a escada indo para o próximo andar, ao lado direito tem um
corredor onde fica o banheiro e mais a frente fica a cozinha gigante com um
balcão no canto esquerdo atrás dele fica, um fogão e um armário de parede, a
frente do balcão tem uma mesa bem grande que cabe bastante gente.
Eu durmo no segundo
andar onde tem um corredor de oito quartos de cada lado e no final tem uma
escada dando entrada para o terceiro andar meu irmão mora logo acima do meu
quarto, onde se encontra os melhores quartos com suítes e tudo mais, onde eu
durmo só tem um criado mudo e uma cama nada mais, nada menos, o lugar estava
mais para um hotel do que para um chalé, talvez fosse a mistura dos dois eu não
sei direito o que é esse lugar, e pra piorar ainda mais todas as noites tenho
que escutar a transa do meu irmão com Diane, uma hora aquela cama ainda quebra.
Assim que deitei na minha cama cai no sono e posso dizer não
acordei de um jeito muito legal.
Eu acordei podemos dizer em uma temperatura bem alta.
- Haaaaaaaaaaaa! – Estava ouvindo vários gritos, todo o
chalé estava em CHAMAS.
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- Socorro alguém me ajuda!!! – eu conhecia aquela voz era a
voz de... Diane! Me levantei rapidamente, estava quase tudo em chamas. Abri a
porta do meu quarto e me deparei com a pior coisa que já vi na minha vida.
- Haaaaaaaa! Por favor, me ajudaaa! – Um homem em chamas,
desesperado chorando e pedindo por socorro.
- Ajuda, por fav... -
Ele morreu e fui um covarde por não ter
feito nada, eu apenas fiquei olhando ele se queimar eu estava paralisado o medo
tomou conta de min.
Droga tinha
esquecido da Diane, eu estava tremendo, assustado mais tinha que
continuar, subi as escadas indo para o terceiro andar, onde tinha um
hall e somente quatro quartos, dois de cada lado, arrombei a porta, Diane estava desmaiada, peguei ela e
coloquei no meu ombro direito, ele estava seminua usando somente uma camisa do
meu irmão e uma calcinha preta.
E falando nisso, onde estava meu irmão? Droga eu não tinha
tempo para pensar, sai correndo com Diane no ombro.
Droga! Droga! Minha mão, caralho! – Tive que firmar minha mão no corrimão em
chamas ou se não teria caído e rolado escada a baixo espatifando eu e Diane.
Estava quase chegando na escada indo para o primeiro e andar
e ouvi um grande estrondo, caíram entulhos em chamas bloqueando a passagem.
Fiquei desesperado não tinha mais saída e estávamos inalando muita fumaça,
era... o fim.
CAPITULO 2 – EU MORRI
?
SE você esta
lendo isso é porque estou vivo ou alguém esta fingindo ser eu, então vamos
ficar com a primeira opção.
No lado da escada tinha um janela então, bem era um único
jeito então saltarei confiante fazendo ate o Superman ficar com inveja do meu salto. Pulei...
-Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! – Bem, infelizmente não saiu como
eu pensei então quer dizer que não sai voando e sim me esborrachei no chão e desmaiei.
Eu estava com minha mãe e meu irmão no
nosso pequeno apartamento em Manhattan de apenas quatro cômodos com moveis
velhos e estragados, o exercito pediu para todos irem para igrejas e quadras
onde eles ofereciam proteção, então estávamos arrumando as malas iriamos para
uma quadra perto de casa.
- Estão prontos meninos?
- Já estou acabando de arrumar a mala
mãe. – Disse Piter.
- Vamos logo querido, seu pai deve
estar esperando.
Foi ai então que tudo deu errado,
estávamos saindo do apartamento que ficava no quarto andar, descemos as escadas
rapidamente chegamos no saguão onde estranhamente estava tudo deserto, chegamos
na rua.
-Droga! E Agora?? – Falou Piter apavorado
Tinha milhares deles ou centenas, tanto faz eu só sabia que eram muitos, eu me
desesperei o carro da minha mãe um Palio vermelho estava logo a nossa frente.
- Vamos pro carro! – Eu nem Piter
discordamos.
- Aonde esta o papai? – Perguntei.
- Filho, vamos não temos tempo de
procura-lo. – Minha mãe estava desesperad...
- Aaaarghh!
- Han? O que? Droga! – Tinha um zumbi
encima de min, tentei mexer o braço direito e não consegui, ele deve ter
quebrado na queda.
Eu estava segurando ele com o braço
esquerdo mais um minuto e ele ia me morder, voou sangue na minha cara ele
estava morto, Diane me salvou.
O chalé ainda estava em chamas e...
CARALHO! Centenas de zumbis estavam atravessando a cerca.
- Levanta! Depressa, temos que ir! –
Diane estava apavorada.
- Ai ! Ai ! Não da, estou sentindo
muita dor.
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Meus olhos arregalaram, um camionete
4x4 prata em alta velocidade esmagando zumbis veio em nossa direção,
arrebentaram a cerca e pararam do nosso lado, os zumbis já tinha nos rodeado,
tinha um homem na traseira e uma mulher no volante.
- Subam! – Bem não sou de aceitar
caronas de estranhos, mais se você tivesse em um lugar rodeado por zumbis
literalmente mortos de fome você aceitaria? Não tivemos outra opção subimos
rapidamente.
-
Muito obrigad... Droga de novo nã... e mais uma vez eu apaguei.
Acordei
em uma barraca de acampar a abri e fui pra fora, Diane estava escorada na
camionete e tinha um cara com um rifle em cimada camionete.
- Oi.
-
Haaaaaa! – Uma mulher estranha e feia apareceu do meu lado do nada, será que eu
estava no inferno?
- Me
desculpe se te assustei, Kevin você lembra de min?
- Não
faço a mínima ideia de quem você é.
- Eu
também estava no acampamento, meu nome é Tina.
Bem
tinha trinta pessoas naquele acampamento e ela era feia então tudo indica que
seja verdade.
-
Você conhece o Piter?
- Eu
sei quem ele é.
-
Você viu ele?
- Provavelmente
esta m... há desculpe.
-
Tudo bem. – Menti.
Eu
estava com o braço enfaixado provavelmente quebrado, meu irmão desapareceu e o
acampamento pegou fogo ou seja a minha sorte entra em cena novamente.
-
Piter é seu irmão? – O homem que estava encima da camionete com o rifle veio
ate min era careca, pele negra e usava um sobretudo amarelo.
-
Sim, porque? – Aquele cara sabia de alguma coisa.
-
Desista, você nunca mais vai encontra-lo.
-
Como assim? – Eu estava ponto a ataca-lo.
- Os
Mazons o sequestraram.
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-
Mazons?
- Sim
um grupo de loucos que mata pessoas por diversão e provavelmente foram eles que
incendiaram o seu acampamento.
–
Mazons ? - Eu me chamo Kevin Mazon será apenas uma coincidência? Ou meu irmão
esta envolvido com os tal ‘’Mazons’’? Eu vou descobrir, mesmo que seja a
ultima coisa que eu faça.
CAPITULO 3 - VINGANÇA
CAPITULO 3 - VINGANÇA
EU estava
confuso que nem da vez que a minha
professora de historia do sexto ano começou
a tirar a roupa na sala, nem queira me perguntar aquilo foi estranho.
- Quem é você? E como sabe desses Mazons.
- Meu nome é Michael e eu fui aprisionado pelos Mazons.
Aquele cara não parecia uma pessoa que se podia confiar mais
era a única chance de encontrar meu irmão.
- Você sabe onde é o
acampamento deles? – Perguntei desconfiado.
- Eles tem vários, e já fui na maioria deles mais só sei a localização
do ultimo, o que eu consegui escapar.
- Como você escapou?
- É uma longa historia, quer mesmo saber?
- Tenho o dia todo, conte tudo nos mínimos detalhes.
Nos estávamos em uma parte aberta da floresta a uns 5 quilômetros
do acampamento que foi incendiado, tinha 3 barracas armadas e uma camionete
logo a frente.
- Tinha um grupo perto de Ottawa, eu estava caçando
suprimentos no meio da mata, um homem apareceu e me ofereceu um abrigo, tinha
cabelos pretos pegando no ombro, uma cicatriz na cara e barbudo, parecia que não
comia a dias, estava noite eu não tinha lugar para ficar tive que aceitar, era
um celeiro que ficava numa estrada a um pouco mais de duzentos metros da
rodovia, era um celeiro grande e comum e estava vazio, me deitei no chão mais ou menos no centro.
- O seu grupo também foi pego? – perguntei.
- Você não tinha tempo de sobra? Somente escute.
Fiquei com raiva mais o deixei continuar a historia estava
me chamando atenção.
- Acordei completamente amarrado e com uma mordaça na boca,
escutei conversas no lado de fora do celeiro, consegui me soltar pois
felizmente não pegaram meu canivete que ficava no meu bolso de trás da calça,
cortei as cordas e tirei a mordaça fui para o lado esquerdo da entrada e quando
um entrasse atacaria e bem o plano não deu muito certo...
- O que aconteceu ? – Perguntei curioso.
- Um cara entrou, o cara que me levou para aquela emboscada não
pensei duas vezes enfiei o canivete na cabeça dele e quando olhei pro lado
tinha uma arma apontada para minha cabeça, um homem careca bem musculoso com uma
barbicha e roupas do exercito, ele me
deu uma pancada na cabeça e desmaiei. Quando acordei estava amordaçado e algemado
com as pernas amarradas e somente de cueca dentro de um container de um caminhão,
quando o caminhão parou ouvi conversas, abriram o container do caminhão
uma cegueira momentânea veio por causa da luz, me pegaram, estávamos em uma cidadezinha, tinha algumas lojinhas e poucos zumbis andando na rua, pararam em frente um colégio um dos seus esconderijos, eu não tinha ideia de onde estava mais eu acho que demoraram umas seis horas para chegar naquele local, me levaram pra dentro passamos em um corredor cheio de armários como todo colégio me jogaram no centro do refeitório onde tinha varias mesas e bancos, um cara de meia idade, bem magro, de
7
aproximadamente uns 40 anos de cabelos loiros, bem cortado peteado para traz com gel, apareceu vindo da cozinha que ficava atrás do balcão onde serviam comida ele disse ‘’Voce matou um dos meus e quem mata gente minha sofre grandes consequencias’’ ele assoviou e apareceu um cara com aquelas mascaras de palhaço que usam para fazer assalto trazendo umas 12 pessoas acorrentadas as colocaram na minha frente e o homem de meia idade mandou elas ajoelharem... era o meu grupo.
uma cegueira momentânea veio por causa da luz, me pegaram, estávamos em uma cidadezinha, tinha algumas lojinhas e poucos zumbis andando na rua, pararam em frente um colégio um dos seus esconderijos, eu não tinha ideia de onde estava mais eu acho que demoraram umas seis horas para chegar naquele local, me levaram pra dentro passamos em um corredor cheio de armários como todo colégio me jogaram no centro do refeitório onde tinha varias mesas e bancos, um cara de meia idade, bem magro, de
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aproximadamente uns 40 anos de cabelos loiros, bem cortado peteado para traz com gel, apareceu vindo da cozinha que ficava atrás do balcão onde serviam comida ele disse ‘’Voce matou um dos meus e quem mata gente minha sofre grandes consequencias’’ ele assoviou e apareceu um cara com aquelas mascaras de palhaço que usam para fazer assalto trazendo umas 12 pessoas acorrentadas as colocaram na minha frente e o homem de meia idade mandou elas ajoelharem... era o meu grupo.
- O que ele fez? – Perguntei.
- Ele cortou a garganta de todos, um de cada vez na minha frente e naquele dia eu jurei pra min mesmo
que iria mata-lo nem que fosse a ultima coisa que eu iria fazer na minha vida.
Depois disso foi transportado varias vezes e fui obrigado a trabalhar para eles
ou seja virar um escravo, eu fui em vários acampamentos e tinha varias pessoas
escravizadas em todos eles, eu estava sendo transportado novamente para uma prisão
aqui perto.
- Foi ai que você escapou? – Perguntei.
- Sim. Eu estava lavando o bloco A, as pessoas escravizadas
estavam organizando um motim e aquela era minha oportunidade um tiro ecoou pelo
bloco A e em poucos minutos começou um tiroteio então vi a oportunidade de
escapar, mataram o guarda que estava de vigia no bloco A peguei a arma dele um
rifle de caça o que estou usando agora passei pelo bloco B onde tinha varias
pessoas mortas, achei uma porta que dava para o pátio central, vários estavam fugindo
então entrei escondido em uma van preta, dois
caras a pegaram passamos pelo portão principal quando estávamos na rodovia
pulei da van e me machuquei bastante na queda foi ai que encontrei seu irmão Piter
ele me ajudou estava me levando para o seu acampamento quando chegamos uns
cinco caras, dois estavam de vigia do lado de fora com fuzis e os outros tros colocando gasolina no seu chalé, Piter tentou impedir mais acabou
levando uma paulada na cabeça de um sexto cara vindo do meio das arvores que não vimos, eu fui
um... covarde,fiquei escondido atras de uma arvore, estava com medo de ser pego então fugi, provavelmente agora
Piter deve estar em alguns dos acampamentos deles sendo obrigado a trabalhar.
- Você sabe a localização da prisão? – perguntei.
- Sei, por que?
- Estou indo pra lá.
- O que!? você esta
doido? Eles vão te matar!
- Não importa, vou resgatar meu irmão nem que eu tenha que
ressucitar!
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