sábado, 28 de novembro de 2015

Sobreviventes do Fim

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CAPITULO 1 - NUNCA DESEJE UM ZUMBI

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EU sei que muita gente gostaria de um apocalipse zumbi mais eu digo nunca deseje isso. Meu nome é Kevin tenho 17 anos  e estou no fim do mundo e digo isso não é nada fascinante.
Se você não sabe direito como é um apocalipse zumbi vou lhe explicar, se você  for mordido você já era, ao menos que alguém corte a parte mordida antes que a infecção se espalhe.
Você só mata um zumbi estourando os seus miolos ou seja atingindo ele na cabeça com arma, faca ou seja  o que for só funciona na cabeça.
- Kevin esta na hora de ir já temos muito suprimentos o grupo esta esperando . - Esse é Piter meu irmão ele tem 19 anos cabelo curto, olhos castanhos e barba bem aparada, bem parecido com um galã de novela.
-Droga! Está cheio deles vamos ter que dar a volta. - Estávamos em um pequeno armazém  em uma cidadezinha perto de Nova Iorque coletando suprimento pro meu grupo ou podemos denominar bando de inúteis que tem medo ate da própria sombra.
Saímos pela saída de emergência, tinha um corredor déssemos as escadas e no final tinha um portão de grade e com minha grande sorte TRANCADO!:
- Temos que arrebentar esse cadeado – Disse Piter
- Não podemos fazer barulho se não aquelas coisas vai vim aqui – o lembrei.
- Deixa comigo. Disse Piter. -  Ele pegou o seu facão de 40 cm de cabo vermelho e PLIM! O cadeado foi destroçado.
- Droga! – Estava cheio de zumbis para todo lado então corremos para um beco ao lado do armazém empurrando zumbis bem eu quase fui mordido então eu curto muito essa palavra QUASE ,  Graças a Deus tinha uma escada no beco e não pensamos duas vezes para subi-la.
- Manja no Parkour ? – Disse eu.
- Que merda é essa?
- É simples pule de prédio em prédio sem cair e rápido. Vai , Vai! – Devo dizer não nada empolgante ficar pulando prédios com uma mochila pesada nas costas pensando que se você caísse viraria almoço de zumbi, descemos em um beco perto  da saída da cidade, saímos correndo e eu podia jurar que tinha visto um zumbi lambendo seus beiços horríveis e destroçados.
Pegamos a moto do Professor Nilton uma honda CG 160 titan preta que deixamos na saída da cidade, ainda tenho consciência pesada sobre essa moto, era do meu professor de matemática, bem ele deve ter morrido mais eu peguei a moto mesmo é porque odeio matemática.
- Está escurecendo, vai acelera essa coisa ai!  A noite fica bem mais perigoso pois não temos muito visão da estrada. - Avisei

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- Estamos chegando medrosa, falta menos de um quilometro.
Quando chegamos no acampamento estava quase escurecendo, ficava no meio de uma floresta de uma densa a uns quinhentos metros da estrada, Encontramos um chalé bem grande de cor azul de 3 andares  e vários quartos, provavelmente de um cara cheio da grana que curtia umas drogas pois estava muito bem escondido, cercamos ele com uma cerca de arame farpado, fizemos uma plantação com algumas verduras para não ter que ficar saindo muito, mais era preciso sair as vezes porque oitenta por cento do grupo era inútil.
Tinha mais ou menos 30 pessoas no grupo e somente uma  mulher bonita comprometida, bem mais acho que já podia imaginar isso com a sorte que eu tenho eu deveria ter sido o primeiro a ser mordido mais felizmente estou vivo pra ver mais merda acontecer.
- Conseguiram suprimentos? – Perguntou Diane – A namorada de Piter, ela é linda tem olhos azuis, cabelos castanhos  pegando  ate nos ombros e tinha um belo bronzeado.
- Sim, pegamos bastante deve durar algumas semanas. – Disse Piter.
A  única garota bonita do acampamento era Diane namorada do meu irmão, eu queria saber o que eu fiz pra merecer isso tudo, será que foi a moto que peguei do professor Nilton? Ou a bolachinha que roubei do meu irmão quando eu tinha cinco anos? Juro que queria saber.
- Estou indo dormir, hoje o dia foi muito cansativo, ate amanha – Fui direto para chalé eu estava exausto.
O chalé  é bem bonito por dentro, o piso é de madeira lisa, na entrada já damos de cara com a sala onde tem 2 sofás de couro marrom, uma mesa de centro  e uma televisão de 42 polegadas, que infelizmente não pode ser usada por não termos energia elétrica, no canto esquerdo fica a escada indo para o próximo andar, ao lado direito tem um corredor onde fica o banheiro e mais a frente fica a cozinha gigante com um balcão no canto esquerdo atrás dele fica, um fogão e um armário de parede, a frente do balcão tem uma mesa bem grande que cabe bastante gente.
 Eu durmo no segundo andar onde tem um corredor de oito quartos de cada lado e no final tem uma escada dando entrada para o terceiro andar meu irmão mora logo acima do meu quarto, onde se encontra os melhores quartos com suítes e tudo mais, onde eu durmo só tem um criado mudo e uma cama nada mais, nada menos, o lugar estava mais para um hotel do que para um chalé, talvez fosse a mistura dos dois eu não sei direito o que é esse lugar, e pra piorar ainda mais todas as noites tenho que escutar a transa do meu irmão com Diane, uma hora aquela cama ainda quebra.
Assim que deitei na minha cama cai no sono e posso dizer não acordei de um jeito muito legal.
Eu acordei podemos dizer em uma temperatura bem alta.
- Haaaaaaaaaaaa! – Estava ouvindo vários gritos, todo o chalé estava em CHAMAS.

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- Socorro alguém me ajuda!!! – eu conhecia aquela voz era a voz de... Diane! Me levantei rapidamente, estava quase tudo em chamas. Abri a porta do meu quarto e me deparei com a pior coisa que já vi na minha vida.
- Haaaaaaaa! Por favor, me ajudaaa! – Um homem em chamas, desesperado chorando e pedindo por socorro.
- Ajuda, por fav...  - Ele morreu e fui  um covarde por não ter feito nada, eu apenas fiquei olhando ele se queimar eu estava paralisado o medo tomou conta de min.
   Droga tinha esquecido da Diane, eu estava tremendo, assustado mais tinha que continuar,  subi as escadas  indo para o terceiro andar, onde tinha um hall e somente quatro quartos, dois de cada lado, arrombei  a porta, Diane estava desmaiada, peguei ela e coloquei no meu ombro direito, ele estava seminua usando somente uma camisa do meu irmão e uma calcinha preta.
E falando nisso, onde estava meu irmão? Droga eu não tinha tempo para pensar, sai correndo com Diane no ombro.
Droga! Droga! Minha mão, caralho!  – Tive que firmar minha mão no corrimão em chamas ou se não teria caído e rolado escada a baixo espatifando eu e Diane.
Estava quase chegando na escada indo para o primeiro e andar e ouvi um grande estrondo, caíram entulhos em chamas bloqueando a passagem. Fiquei desesperado não tinha mais saída e estávamos inalando muita fumaça, era... o fim.




CAPITULO 2 – EU MORRI ?
SE você esta lendo isso é porque estou vivo ou alguém esta fingindo ser eu, então vamos ficar com a primeira opção.
No lado da escada tinha um janela então, bem era um único jeito então saltarei confiante fazendo ate o Superman  ficar com inveja do meu salto. Pulei...
-Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! – Bem, infelizmente não saiu como eu pensei então quer dizer que não sai voando e sim me esborrachei  no chão e desmaiei.
Eu estava com minha mãe e meu irmão no nosso pequeno apartamento em Manhattan de apenas quatro cômodos com moveis velhos e estragados, o exercito pediu para todos irem para igrejas e quadras onde eles ofereciam proteção, então estávamos arrumando as malas iriamos para uma quadra perto de casa.
- Estão prontos meninos?
- Já estou acabando de arrumar a mala mãe. – Disse Piter.
- Vamos logo querido, seu pai deve estar esperando.
Foi ai então que tudo deu errado, estávamos saindo do apartamento que ficava no quarto andar, descemos as escadas rapidamente chegamos no saguão onde estranhamente estava tudo deserto, chegamos na rua.
 -Droga! E Agora?? – Falou Piter apavorado Tinha milhares deles ou centenas, tanto faz eu só sabia que eram muitos, eu me desesperei o carro da minha mãe um Palio vermelho estava logo a nossa frente.
- Vamos pro carro! – Eu nem Piter discordamos.
- Aonde esta o papai? – Perguntei.
- Filho, vamos não temos tempo de procura-lo. – Minha mãe estava desesperad...
- Aaaarghh!
- Han? O que? Droga! – Tinha um zumbi encima de min, tentei mexer o braço direito e não consegui, ele deve ter quebrado na queda.
Eu estava segurando ele com o braço esquerdo mais um minuto e ele ia me morder, voou sangue na minha cara ele estava morto, Diane me salvou.
O chalé ainda estava em chamas e... CARALHO! Centenas de zumbis estavam atravessando a cerca.
- Levanta! Depressa, temos que ir! – Diane estava apavorada.
- Ai ! Ai ! Não da, estou sentindo muita dor.

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Meus olhos arregalaram, um camionete 4x4 prata em alta velocidade esmagando zumbis veio em nossa direção, arrebentaram a cerca e pararam do nosso lado, os zumbis já tinha nos rodeado, tinha um homem na traseira e uma mulher no volante.
- Subam! – Bem não sou de aceitar caronas de estranhos, mais se você tivesse em um lugar rodeado por zumbis literalmente mortos de fome você aceitaria? Não tivemos outra opção subimos rapidamente.
- Muito obrigad... Droga de novo nã... e mais uma vez eu apaguei.
Acordei em uma barraca de acampar a abri e fui pra fora, Diane estava escorada na camionete e tinha um cara com um rifle em cimada camionete.
- Oi.
- Haaaaaa! – Uma mulher estranha e feia apareceu do meu lado do nada, será que eu estava no inferno?
- Me desculpe se te assustei, Kevin você lembra de min?
- Não faço a mínima ideia de quem você é.
- Eu também estava no acampamento, meu nome é Tina.
Bem tinha trinta pessoas naquele acampamento e ela era feia então tudo indica que seja verdade.
- Você conhece o Piter?
- Eu sei quem ele é.
- Você viu ele?
- Provavelmente esta m... há desculpe.
- Tudo bem. – Menti.
Eu estava com o braço enfaixado provavelmente quebrado, meu irmão desapareceu e o acampamento pegou fogo ou seja a minha sorte entra em cena novamente.
- Piter é seu irmão? – O homem que estava encima da camionete com o rifle veio ate min era careca, pele negra e usava um sobretudo amarelo.
- Sim, porque? – Aquele cara sabia de alguma coisa.
- Desista, você nunca mais vai encontra-lo.
- Como assim? – Eu estava ponto a ataca-lo.
- Os Mazons o sequestraram.

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- Mazons?
- Sim um grupo de loucos que mata pessoas por diversão e provavelmente foram eles que incendiaram o seu acampamento.

– Mazons ? - Eu me chamo Kevin Mazon será apenas uma coincidência? Ou meu irmão esta envolvido com os tal ‘’Mazons’’? Eu vou descobrir, mesmo que seja a ultima coisa que eu faça.




CAPITULO 3 - VINGANÇA
EU estava confuso  que nem da vez que a minha professora de historia do sexto ano  começou a tirar a roupa na sala, nem queira me perguntar aquilo foi estranho.
- Quem é você? E como sabe desses Mazons.
- Meu nome é Michael e eu fui aprisionado pelos Mazons.
Aquele cara não parecia uma pessoa que se podia confiar mais era a única chance de encontrar meu irmão.
- Você  sabe onde é o acampamento deles? – Perguntei desconfiado.
- Eles tem vários, e já fui na maioria deles mais só sei a localização do ultimo, o que eu consegui escapar.
- Como você escapou?
- É uma longa historia, quer mesmo saber?
- Tenho o dia todo, conte tudo nos mínimos detalhes.
Nos estávamos em uma parte aberta da floresta a uns 5 quilômetros do acampamento que foi incendiado, tinha 3 barracas armadas e uma camionete logo a frente.
- Tinha um grupo perto de Ottawa, eu estava caçando suprimentos no meio da mata, um homem apareceu e me ofereceu um abrigo, tinha cabelos pretos pegando no ombro, uma cicatriz na cara e barbudo, parecia que não comia a dias, estava noite eu não tinha lugar para ficar tive que aceitar, era um celeiro que ficava numa estrada a um pouco mais de duzentos metros da rodovia, era um celeiro grande e comum e estava vazio, me deitei  no chão mais ou menos no centro.
- O seu grupo também foi pego? – perguntei.
- Você não tinha tempo de sobra? Somente escute.
Fiquei com raiva mais o deixei continuar a historia estava me chamando atenção.
- Acordei completamente amarrado e com uma mordaça na boca, escutei conversas no lado de fora do celeiro, consegui me soltar pois felizmente não pegaram meu canivete que ficava no meu bolso de trás da calça, cortei as cordas e tirei a mordaça fui para o lado esquerdo da entrada e quando um entrasse atacaria e bem o plano não deu muito certo...
- O que aconteceu ? – Perguntei curioso.
- Um cara entrou, o cara que me levou para aquela emboscada não pensei duas vezes enfiei o canivete na cabeça dele e quando olhei pro lado tinha uma arma apontada para minha cabeça, um homem careca bem musculoso com uma barbicha e roupas do exercito,  ele me deu uma pancada na cabeça e desmaiei. Quando acordei estava amordaçado e algemado com as pernas amarradas e somente de cueca dentro de um container de um caminhão, quando o caminhão parou ouvi conversas, abriram o container do caminhão 
uma cegueira momentânea veio por causa da luz, me pegaram, estávamos em uma cidadezinha, tinha algumas lojinhas e poucos zumbis andando na rua, pararam em frente um colégio um dos seus esconderijos, eu não tinha ideia de onde estava mais eu acho que demoraram umas seis horas para chegar naquele local, me levaram pra dentro passamos em um corredor cheio de armários como todo colégio me jogaram no centro do refeitório onde tinha varias mesas e bancos,  um cara de meia idade, bem magro, de 


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aproximadamente uns 40 anos de cabelos loiros, bem cortado peteado para traz com gel, apareceu vindo da cozinha que ficava atrás do balcão onde serviam comida ele disse ‘’Voce matou um dos meus e quem mata gente minha sofre grandes consequencias’’ ele assoviou e apareceu um cara com aquelas mascaras de palhaço que usam para fazer assalto trazendo umas 12 pessoas acorrentadas as colocaram na minha frente e o homem de meia idade mandou elas ajoelharem... era o meu grupo.
- O que ele fez? – Perguntei.
- Ele cortou a garganta de todos, um de cada vez na minha  frente e naquele dia eu jurei pra min mesmo que iria mata-lo nem que fosse a ultima coisa que eu iria fazer na minha vida. Depois disso foi transportado varias vezes e fui obrigado a trabalhar para eles ou seja virar um escravo, eu fui em vários acampamentos e tinha varias pessoas escravizadas em todos eles, eu estava sendo transportado novamente para uma prisão aqui perto.
- Foi ai que você escapou? – Perguntei.
- Sim. Eu estava lavando o bloco A, as pessoas escravizadas estavam organizando um motim e aquela era minha oportunidade um tiro ecoou pelo bloco A e em poucos minutos começou um tiroteio então vi a oportunidade de escapar, mataram o guarda que estava de vigia no bloco A peguei a arma dele um rifle de caça o que estou usando agora passei pelo bloco B onde tinha varias pessoas mortas, achei uma porta que dava para o pátio central, vários estavam fugindo então entrei  escondido em uma van preta, dois caras a pegaram passamos pelo portão principal quando estávamos na rodovia pulei da van e me machuquei bastante na queda foi ai que encontrei seu irmão Piter ele me ajudou estava me levando para o seu acampamento quando chegamos uns cinco caras, dois estavam de vigia do lado de fora com fuzis e os outros tros colocando gasolina no seu chalé, Piter tentou impedir mais acabou levando uma paulada na cabeça de um sexto cara vindo do meio das arvores que não vimos,  eu fui um... covarde,fiquei escondido atras de uma arvore, estava com medo de ser pego então fugi, provavelmente agora Piter deve estar em alguns dos acampamentos deles sendo obrigado a trabalhar.
- Você sabe a localização da prisão? – perguntei.
- Sei, por que?
- Estou indo pra lá.
- O que!?  você esta doido? Eles vão te matar!
- Não importa, vou resgatar meu irmão nem que eu tenha que ressucitar!   






















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